Vamos a parte 3 da nossa viagem, a surpreendente e encantadora Roma e, claro, o Vaticano. Está ali, é como estivéssemos dentro de uma livro de história.
Documentação necessária: Passaporte e seguro viagem. Obs. Fizemos o seguro Assist Card por este site: https://www.seguroviagem.srv.br/?agency_code=215, mas o bom é que não precisamos acioná-lo.
Fuso Horário: A Itália está 5 horas à frente do Brasil, por isso, ajuste seu relógio conforme o horário local para evitar problemas.
Dica: Compre um chip internacional para poder se localizar e encontrar os pontos turísticos usando o google maps.
ROTEIRO – ROMA E VATICANO
1 DIA – ROMA
Roma é a capital da Itália, é uma cidade enorme, no entanto os principais pontos que queríamos conhecê-los ficavam todos próximos um do outro. Sendo assim, mais uma vez, alugamos um apartamento próximo a esses pontos. Chegamos em Roma a noite, e no dia seguinte pegamos uma espécie de bondinho e descemos na Praça Veneza, muito bonita por sinal, nossa primeira parada seria o Coliseu, no entanto, nos deparamos com umas charretes bem charmosas que faziam um city tour de aproximadamente 50 minutos, não resistimos rsrsrs e fomos passear por Roma de charrete. O guia falava espanhol, deu para entender, nos apresentou um pouco sobre a história de cada atrativo e sobre a cidade.


Como a fila do Coliseu estava bem grandinha, resolvemos ir primeiro ao Fórum Romano, compramos o ingresso no local, foi bem tranquilo.
O FÓRUM ROMANO era o centro do poder da Roma antiga, ali eram resolvidas as questões administrativas, políticas , religiosas e econômicas dessa civilização que marcou a história. Hoje são ruínas de várias construções públicas de grande importância cultural.

VIA SACRA chamada também de Sacra Via, é o nome de uma das principais ruas da Roma antiga, saindo do Capitólio passando por alguns dos mais famosos templos, onde era a rua mais larga, chegando até o Coliseu. Era também parte da rota tradicional dos triunfos romanos, que começavam nos subúrbios da cidade e seguiam através do Fórum.

ARCO DE TITO construído em comemoração à conquista sobre Jerusalém pelo imperador Tito Flávio. Ele comandou as as tropas romanas que ocuparam a capital da Judeia no ano de 67 d.C. Com esta ocupação, teve início a destruição do templo de Jeruzalém, concluída em 70 d.C. Vê-se esculpido no arco: a mesa do pão ázimo, as trombetas de prata e a menorá, o candelabro de sete braços, símbolos do judaísmo. No arco consta a seguinte inscrição: SENATVS POPVLVSQVE·ROMANVS DIVO·TITO·DIVI·VESPASIANI·F(ILIO)VESPASIANO·AVGVSTO – que quer dizer: “O senado e o povo romano [dedicam] ao divino Tito Vespasiano Augusto, filho do divino Vespasiano”. Um fato interessante é que os judeus, de Roma ou de qualquer lugar, nunca passaram embaixo do Arco de Tito, até 1948, quando o Estado de Israel foi fundado. Nesta ocasião os judeus de Roma fizeram uma grande parada e passaram embaixo do arco, comemorando a reconquista de sua terra e, claro, a sua sobrevivência ao Império Romano.


Após essa parte, fomos ao Coliseu, encontramos a fila bem pequena. O Coliseu é enorme, uma elipse de 188m de comprimento e 156m de largura, com suas 80 entradas arqueadas permitindo fácil acesso a 55.000 espectadores, que estavam sentados de acordo com a classificação. O imperador Vespesian ordenou que o Coliseu fosse construído no local do palácio de Nero, a Domus Aurea, para dissociar-se do detestado ódio. Seu objetivo era ganhar popularidade por organizar combates mortais de gladiadores e brigas de animais selvagens para exibição pública. Massacres em grande escala aconteceram naquele local.

Logo ao lado do Coliseu também nos deparamos com o Arco de Constantino. Este monumento foi erguido em 315 para celebrar a vitória de Constantino I o Grande na Batalha da Ponte Mílvia. É um dos monumentos melhor conservados da Roma Antiga. Graças à sua excelente localização, é um dos pontos mais fotografados e representativos da cidade.

De lá ainda fomos ao PANTHEON templo que significa “relativo ou comum a todos os deuses”. Atualmente, é utilizado como igreja católica.

Em seguida foi a vez de conhecer a badalada FONTANA DE TREVI, a maior e mais ambiciosa construção de fontes barrocas da Itália. Um dos mais antigos arquedutos que abasteciam a cidade de Roma. No ano 19 a.C., supostamente ajudados por uma virgem, técnicos romanos localizaram uma fonte de água pura a pouco mais de 22 quilômetros da cidade (cena representada em escultura na própria fonte, atualmente). A água desta fonte serviu a cidade por mais de 400 anos. Há a tradição de atirar uma moeda para a fonte para a realização de um desejo. Em 2016 foram recolhidos um milhão e meio de euros que foram usados em projetos de beneficência.

Para encerrar o dia fomos ainda a PIAZZA NAVONA, considerada por muitos, umas das mais bonitas da cidade. Trata-se de uma zona muito animada onde é possível curtir as atuações de diferentes artistas de rua, além de possuir vários opções de restaurantes. Lá há três fontes, A Fontana dei Quattro Fiumia ou “Fonte dos Quatros Rios”, no centro da praça, construída por Bernini em 1651. As quatro estátuas da fonte representam os quatro rios mais importantes da época: o Nilo, o Danúbio, o Ganges e o Rio da Prata. No centro está instalado o obelisco de 16 metros de altura. A Fontana del Moro, criada por Giacomo della Porta e aperfeiçoada por Bernini, que posteriormente incluiu os golfinhos. E a Fontana del Nettuno, Assim como a Fonte do Mouro, a Fonte de Netuno foi criada por Giacomo della Porta, mas permaneceu no abandono desde a sua criação até 1873, quando a obra foi finalizada por Zappalà e Della Bitta.

2 DIA – VATICANO
Pegamos um taxi e fomos a estação “Roma Termini” deixamos nossas malas no guarda volumes e fomos para a cidade do Vaticano, de metrô – linha A, descemos na estação Ottaviano.
O Vaticano é a sede da Igreja Católica Romana. Ela é a residência do Papa e está repleta de tesouros da arte e da arquitetura e muita história, é de arrepiar, foi uma experiência incrível. Os Museus Vaticanos abrigam antigas esculturas romanas, além de afrescos renascentistas nas Estâncias de Rafael e na Capela Sistina, famosa pelo teto de Michelangelo.

PIAZZA SAN PEDRO (Praça São Pedro) foi projetada por Bernini, no século XVII, integra as grandes manifestações arquitetônicas do cristianismo no pequeno Estado do Vaticano. No centro da praça há um obelisco do antigo Egito com mais de 40 metros de altura e com uma cruz no topo. É um monumento datada do século I e que foi levado à Roma pelo imperador Calígula. Evidentemente, não havia praça naquela época, o monumento foi colocado no local atual por ordem do papa Sisto V, em 1585, que teria colocado ainda alguns pedaços da cruz original de Jesus Cristo no obelisco. É um dos grandes símbolos do cristianismo no mundo, não só por representar a sede papal, mas por sua beleza e por seu impacto arquitetônico. Nessa praça são realizadas as principais celebrações católicas para os fieis, como as missas mais importantes do ano. É através do balcão que está de frente para a praça que o papa se comunica com o mundo.

Lá na praça tinha um guia oferecendo os serviços de visita guiada aos museus dos vaticano e a capela Sistina, fomos a agencia a qual ele prestava serviços e em seguida fomos aos museus, não enfrentamos fila, para quem fosse de forma independente a fila estava enorme. Foi bem legal, a visita foi toda em português e o grupo era pequeno, umas 8 pessoas. Valeu muito a pena!

O final do passeio termina na a BASÍLICA DE SÃO PEDRO, a maior igreja do catolicismo. Aliás, literalmente: ela pode abrigar cerca de 60.000 pessoas de uma só vez. Entre os muitos símbolos católicos, é lá onde está a estátua Pietá de Michelângelo. Embora seja a principal igreja, ela não é a sede do Papado, mas sim a San Giovanni in Laterano. A Basílica realmente é muito bonita, independente de religião, indo a Roma e ao Vaticano, é preciso ir conhecê-la.
Por fim, voltamos a “Roma Termini” pegamos nossas malas e fomos para PISA (parte 4 do nosso roteiro).
Um comentário em “Turistando pela Europa – Parte 3: Roma e Vaticano.”