Segue agora a parte 2 da nossa viagem a Europa, aqui focaremos Milão, a cidade a moda, mas também de muita história. Para não deixar o post muito longo e cansativo, achei mais interessante desmembrá-lo, então abaixo vou tratar apenas do que conhecemos em Milão, nosso segundo destino. Conforme já explicado no post anterior: https://feriascomfamilia.travel.blog/2020/01/15/turistando-pela-europa-parte-1-uma-conexao-incrivel-em-lisboa/. Aproveite e veja também a parte 3 deste roteiro: Roma e Vaticano.
Documentação necessária: Passaporte e seguro viagem. Obs. Fizemos o seguro Assist Card por este site: https://www.seguroviagem.srv.br/?agency_code=215, mas o bom é que não precisamos acioná-lo.
Fuso Horário: A Itália está 5 horas à frente do Brasil, por isso, ajuste seu relógio conforme o horário local para evitar problemas.
Dica: Compre um chip internacional para poder se localizar e encontrar os pontos turísticos usando o google maps, em Milão perdemos tempo, pois não tínhamos comprado ainda.
ROTEIRO: MILÃO EM 1 DIA
Embora Milão seja uma cidade grande, a parte que mais agrada aos turistas é pequena e basicamente toda concentrada, o que facilita que seja facilmente visitada em um dia. Alugamos um apartamento pelo site do airbnb (https://www.airbnb.com.br) nessa região e fizemos tudo a pé.
Teatro La Scala, uma das casas de ópera mais famosas do mundo, não encanta muito por fora, mas seu interior, é ricamente decorado com ouro e veludo vermelho e um enorme lustre de cristal. Dizem que sua acústica é uma das mais invejáveis por outros teatros.

Logo em frente ao teatro há um pequena praça (praça do teatro escala). Ela se encontra em uma das saídas da Galeria Vittorio Emanuelle. No centro da praça há uma estátua dedicada a Leonardo Da Vinci, que morou em Milão em duas ocasiões e muito fez pela cidade. A estátua de Leonardo da Vinci oferece uma solene imagem do cientista e aos seus pés encontramos quatro de seus discípulos. A ideia de construir uma estátua em homenagem ao gênio toscano foi, em 1856, da Academia de Belas Artes de Brera, que realizou um concurso para um monumento de mármore e bronze para ser colocado no Palácio Brera. Dois anos depois, a comissão , depois de examinar todos os desenhos recebidos do concurso, escolheu o apresentado pelo artista de Milao Pietro Magni. Posteriormente, decidiu-se colocar o monumento na Piazza della Scala, como tinha sido concluída a remodelação da área que inclui a Galeria e esta solução pareceu a mais apropriada para a importância do personagem representado. Em 1872, o monumento foi inaugurado na presença do rei Vittorio Emanuele II, por ocasião da Segunda Exposição Nacional.

Já a Galeria Vittorio Emanuelle II, é linda, sem falar que é uma das mais chiques da cidade. Os preços não são para meros mortais, mas a visitação é gratuita. Esta galeria é um luxo e um dos centros comerciais mais antigos do mundo. Uma das atrações mais famosas da cidade que encanta por sua beleza. Possui teto de vidro e todo trabalhado com mosaicos, o piso também possui muitos mosaicos coloridos com representações históricas e brasões. No centro, em direção a cada uma das saídas há mosaicos representado uma cidade que foi capital do reino da Itália. Milão, no mosaico de Napoleão. Roma e Florença, com a loba amamentando Romulo e Remo. E por fim, Turim com o touro. Uma curiosidade quanto ao touro, há uma tradição que está deteriorando o mesmo, trata-se de girar o calcanhar direito três vezes sobre o órgão genital do mesmo, o que traria sorte.

Bem na Piazza Duomo, fica a quarta maior catedral do mundo, e a mais bonita do estilo gótico. Sua fachada tem 8.200 blocos de mármore e uma imensa quantidade de estátuas (só na parte externa, há 2.300). Por ordem de Napoleão ela foi finalizada às pressas em oito anos, pois o mesmo queria ser coroado rei da Itália ali mesmo, em 1813. Nos telhados, onde se pode subir de elevador ao pagar uma taxa, dá para observar mais de perto seus pináculos e estátuas. Há uma especial, chamada La Madonina, uma estátua dourada de Maria colocada na agulha mais alta do edifício e que é o símbolo de Milão.

outro ponto interessante é o Castelo Sforzesco (aberto das 7h às 18h ), ele serviu de residência ao Duque de Milão Ludovico Sforza. Este castelo de origens do século XIV lembra os castelos medievais de livros. Uma muralha imensa rodeada por um fosso profundo, com acesso apenas por pontes. Ainda que não queria visitá-lo por dentro, caminhar por sua área, bem como passear pelo parque que há do lado de fora, vale a pena.

Depois fomos para estação central de Milão pegamos um trêm de alta velocidade e fomos para Roma (Parte 3 da nossa viagem). A estação central é enorme! Compramos as passagens na hora, no entanto, se preferir pode comprar antecipadamente pelo site das empresas, sai mais barato. Não fizemos isso com receio de não chegar a tempo. Andamos muito de trem de uma cidade a outra, mas todas as passagens comprávamos quando chegávamos a estação.

Um comentário em “Turistando pela Europa – Parte 2: Milão, a cidade da moda!”