A nossa última parada foi no estado do Paraná, conhecemos um pouco das cidades de Curitiba e da encantadora Foz do Iguaçu/PR, esta última já conhecíamos mas queríamos voltar e conhecer a parte das Cataratas dos nossos vizinhos “los hermanos” argentinos, e fazer umas comprinhas no Paraguai, já que estávamos tão pertinho não poderíamos deixar de aproveitar esta oportunidade, mas esta será tratada na parte 5 da nossa viagem.
Mas vamos lá, vou mostrar um pouco do que conhecemos em Curitiba, pegamos dias de chuva, mas isso não nos impediu de sairmos e conhecermos o que tínhamos planejado, mas se tivesse sol seria melhor rsrsrsr. Sim outra coisa, a cidade possui muitos parques e o melhor todos gratuitos, pelo menos todos que nós fomos não pagamos nada.
1 DIA – TARDE
Chegamos a tarde no hotel, ficamos hospedados no centro, próximo a tudo que queríamos conhecer, além disso, o hotel tinha estacionamento gratuito, e como estávamos de carro foi uma boa.

Parque Passeio Público – é o parque mais antigo e central da cidade, foi inaugurado em 2 de maio de 1886, por Alfredo D´Estragnolle Taunay, ex-presidente da Província do Paraná . Foi idealizado com a finalidade de conter as enchentes na região, e hoje é um marco de diversidade natural no centro da cidade. Como fomos no período de dezembro estava ocorrendo apresentações de Natal, a decoração estava muito bonita, sendo assim estava lotado, não conseguimos registrar muitas fotos em razão disso.
2º DIA – Pela manhã fomos a uma parte do centro mais comercial, nos falaram que haviam várias lojas com preços bons, mas na verdade não compramos praticamente nada, achamos os preços parecidos com os nosso aqui no RN. Mas passamos a manhã batendo perna por lá (e pegue chuva kkk), após o almoço seguimos nosso roteiro, tempo tinha dado uma trégua e seguimos para o Jardim Botânico.

Jardim Botânico de Curitiba – é um dos cartões postais mais bonitos da cidade, realmente o lugar é lindo, passamos a tarde inteira lá. Seu nome oficial é Jardim Botânico Francisca Maria Garfunkel Richbieter em homenagem a pioneira do urbanismo de Curitiba. Apesar de levar o nome de parque não é um parque, e sim uma uma unidade de conservação. Possui área de 178 mil m² e cerca de 40% desta área é formada por um bosque de preservação permanente.
Vamos conhecer um pouquinho mais sobre as áreas deste refúgio que nem parece que está dentro da cidade?
A estufa é feita em ferro e vidro, inspirada em um palácio de Cristal inglês, que existiu no século XIX. Em seu interior existem centenas de amostras de espécies nativas da floresta atlântica do Brasil. Logo na entrada também podemos observar uma estátua em homenagem ao Dia Mundial do Habitat.

o Jardim Francês é a área externa localizado em frente à grande estufa, bem ao centro há uma réplica da escultura “Amor Materno“, feita pelo artista polonês João Zaco, a imagem original que foi feita em 1907 e fica no Rio de Janeiro. Esta réplica foi um presente da Braspol (Representação Central da Comunidade Brasileiro-Polonesa no Brasil), pelos 300 anos de Curitiba.
seguindo uma das trilhas encontramos o Museu Botânico de Curitiba, que é um dos mais importantes do ramo, sendo considerado o quarto maior herbário do Brasil e o maior da flora paranaense, conta com mais de 400.000 amostras de plantas e estima-se que 95% das espécies existentes no Paraná façam parte do acervo do herbário do museu. É bem bonito o caminho de acesso ao museu.

3º DIA – Este foi um dia bem corrido, seria nosso último dia na cidade, então demos um gás maior. Primeira parada do dia foi uma visita guiada ao estádio do Coxa.
De lá partimos para o Bosque João Paulo II, o local foi inaugurado em dezembro de 1980, eternizou a passagem do Papa por Curitiba em junho de 1980 quando ele visitou a casa típica polonesa montada durante a solenidade no Estádio Couto Pereira, mas também homenageia a colônia polonesa da cidade.

Pelos caminhos internos do bosque, encontram-se 7 casas típicas polonesas em forma de aldeia, construídas no início da colonização polonesa na região de Curitiba por volta de 1878, e remontadas no bosque. Trata-se de um local bem tranquilo. O Bosque fica aberto todos os dias das 08 às 18 horas, porém o Memorial da Imigração Polonesa fecha nas segundas-feiras para conservação e limpeza.
Em seguida fomos ao Bosque do Alemão, foi bem divertido, as crianças amaram. O bosque foi inaugurado em 1996, possui vários equipamentos que celebram e divulgam as tradições alemãs. São 38 mil m² de mata nativa, que faziam parte da antiga chácara da família Schaffer. A réplica de uma antiga igreja de madeira, construída em 1933 no bairro Seminário, com elementos decorativos neogóticos, abriga uma sala de concertos denominada Oratório de Bach. Outras atrações são a trilha de João e Maria, que narra o conto dos irmãos Grimm, uma biblioteca infantil , a Torre dos Filósofos, mirante em madeira que permite vista panorâmica da cidade e da Serra do Mar e a Praça da Poesia Germânica, com a reprodução da fachada da Casa Mila, construção germânica do início do século, originalmente localizada no centro da cidade.

Ainda a tarde, fomos ao parque da Pedreira, mas estavam organizando espaço para um evento natalino a cachoeira estava desligada e estavam montando um palco, não deu para aproveitar muito, além disso a chuva não ajudou.

Ainda passamos na Opera do Arame, mas não entramos, o local já estava fechando, não valia a pena entrar e não passar mais que 10 min, ficará para uma próxima.
Sendo assim, seguimos para o bairro de Santa Felicidade, nossa última parada, o bairro é referencia gastronômica para quem visita a cidade, é uma graça. No bairro, há vários mercadinhos, casas de vinho e chocolates, além de restaurantes. Lá está localizado o Madalosso, considerado um dos maiores restaurantes do mundo, passamos em frente apenas rsrsrsr não tivemos coragem de entrar.

Finalizamos aqui nossa visita a Curitiba seguindo para nosso próximo destino: Foz do Iguaçu.


